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A mostrar mensagens de Outubro, 2014

Doce ou travessura??

Não é que adore o "Dia das Bruxas" e os boys até não são adeptos de "mascarices". Saem à Mãe, que já mais velha que eles, também não ligava muito a estes "carnavais".

Agora com eles na escola e depois de tantos pedidos e excitamento, foi impossível ficar indiferente. Foi o que se conseguiu arranjar que agradasse a todos. 

"Trick or treat? "


(Um beijinho para a prima C)


Sebastião, come tudo!

Esta deve ser a semana com mais mimos e colo. Na próxima o Sebastião vai para a creche e só quero aproveitar este bebé fofo. Temos andado num namoro pegado mas também tenho aproveitado para o preparar, se é que isso é possível, para a nova rotina.
Como aqui disse, a vida não para e a maravilhosa vida de Mãe a tempo inteiro vai ficar para trás. É tempo de arregaçar mangas e regressar ao trabalho, mas continuo a achar que devíamos ter mais tempo para ficar com os nossos filhos nos primeiros meses de vida. Sinto um friozinho na barriga só de pensar nos dias que aí vêm. Sem o ter por perto o dia inteiro.
Como me disse um grande amigo: "é a vida a acontecer!". E tão duro para uma Mãe. 
Por recomendação do pediatra esta semana já almoça sopa e lancha papa. Os manos tiveram uma reação de completo espanto à primeira papa do Tião, como se lhe tivesse a fazer alguma coisa daquelas que os proíbo de fazer ao irmão. Pensavam que o "bebezinho maroto" ia mamar para sempre :)
Tem sid…

Titão

5 meses, 13 dias e dentes a querer romper. 

A primeira papa do Sebastião

Não sei bem se é tristeza que sinto neste dia da vida de cada um deles. Talvez sim. Talvez não. Só sei que fico vazia.

Não devia sentir assim. É uma fase tão boa, que adoro tanto, mas que passa depressa de mais.

Atraso o mais que posso (e o que o pediatra permite) a introdução dos "sólidos", mas não dá para adiar mais. Já tem quase seis meses. Já precisa doutro tipo de alimentação. Até já nos olha, quando estamos a comer :)

Gosto de amamentar. É um momento incomparável, só meu e dele(s), em que voltamos quase a ser um só, tal como quando os tinha na minha barriga. Mas este dia, mais cedo ou mais tarde tem de chegar. 

Eles crescem e eu tenho que regressar ao trabalho. A vida não pára! 

Não é fácil saltar esta fase de encantamento em que me sinto a sobrevoar a vida real.

Vou aproveitá-lo tanto, mas tanto nesta última semana em casa. Bebé mais querido de sua Mãe!

A primeira papa do Sebastião teve um ajudante muito especial 




Uma Mãe real

Estou completamente vidrada neste bebé. Completamente absorvida pela vida de Mãe a tempo inteiro, que me suga todo o tempo; e tantas vezes me faz andar esgotada e perder a paciência com eles...

Adoro esta tranquilidade dos dias, com o Sebastião e adoro a lou-cu-ra das tardes sozinha com os três, até o pai chegar a casa. 

A (minha) maternidade é um romance, mas a minha maternidade também tem episódios dramáticos. 

Não pode falar a verdade quem diz que é sempre um mar de rosas, que as crianças estão sempre limpas e imaculadas e que os brinquedos estão todos nos sítios. 

Embora haja uma rotina, todos os dias são diferentes e há uns melhores que outros. Mesmo assim, mesmo que grite, que refile, que perca a paciência (detesto quando isto me acontece!), mesmo que fiquem de castigo, mesmo que não brinque todos os dias aos índios ou que não cole cromos na caderneta do mundial, nunca deixo de ser Mãe e de os amar em todos os momentos. Dou sempre, mas sempre o meu melhor e não tenho complexos em as…

Manhãs

As manhãs cá em casa são iguais às de todas as outras casas com crianças pequenas.  Há beijos e abraços ao acordar. Olhos que não querem abrir para ver a luz do sol e conversas sobre como vai ser o dia.  Escovar dentes e lavar caras de anjo. Vestir. Brincar, comer pão com manteiga, ver desenhos animados, brincar, correr atrás deles para se calçarem e gerir birras de sono e arrufos fraternos matinais. As manhãs cá em casa podiam ser sempre tranquilas, como é o resto do dia passado com o Sebastião. As manhãs cá em casa podiam ser como a de hoje. Acordar mais tarde, folgados, com silêncio nos quatro cantos da casa, sem pressas e perrices e com pequeno-almoço de novela. Não era a mesma coisa. Não tinha o encanto de todas as outras manhãs cá em casa.  As manhãs cá em casa sem eles, nem parecem manhãs.



5 meses

Cinco meses de família a cinco!  Mimos e mais mimos e agora sim a família parece completa.  No corre, corre dos dias nem me dei conta de quanto cresceu o nosso bebé.
A registar: Já quer "falar".  Fica atento quando falamos com ele e sorri. Ri às gargalhadas quando lhe fazemos cócegas no pescoço. Chora com estranhos. Deitado, levanta a cabeça, rola, vira-se de um lado para o outro e de barriga para baixo. Continua a mamar exclusivamente e (só) morde a tetina, quando experimentamos dar-lhe biberão. Baba-se muito. [Antecipo a chegada de um dente.] Leva tudo à boca para morder.   Dorme a noite toda! E faz pequenas sestas durante o dia. Adora tomar banho! Sentado, já chapinha com as mãos e com os pés.  Já descobriu que tem mãos e pés. Tem um brinquedo preferido: uma "chave" da Chicco com sons e com uma argola que adora roer. Já estica o braço quando lhe oferecemos brinquedos. Continua a delirar com os manos! E os manos adoram-no! 
É tão bom ter um bebé em casa. O cheiro, os barulhos, a …

Sobre xixis

Não podia deixar de registar o dia, o mês e a hora em que finalmente os xixis na fralda acabaram! Eles vão gostar de saber, um dia mais tarde.

O Vicente deixou definitivamente de usar fralda à noite! Depois de cinco noites (consecutivas) de fralda seca, decidimos fazer o que dizem os livros e acordamos com a melhor das surpresas. Cama seca! [A criança está pronta para deixar a fralda quando não a molha cinco noites seguidas, dizem os teóricos]. 

Ele não cabe em si de tão contente e não descansou enquanto não contamos a boa nova aos tios e aos avós.

Cada criança tem o seu ritmo e umas amadurecem mais precocemente. Ainda não estávamos a valorizar a ausência desta aprendizagem. Até aos 5 é desvalorizar. Estávamos à espera que o "click" se desse. Mas já estava mais do que na hora. 

Bom, mesmo bom era o Mia deixar de as usar durante o dia. Andamos a treinar desde que regressamos das férias. E estamos quase lá! Já pede para ir à casa de banho; às vezes temos ainda de o lembrar. Há qua…

Maternidade

Num abrir e fechar de olhos passaram 5 meses. Meses de um amor sem fim, de enamoramento e encanto. Quando olho para trás, já avisto alguma nostalgia. Sempre fui muito prática e descontraída quanto à educação deles. 
Aproveitei muito os três, quando podia ter ficado em casa só com o Sebastião. Dei muito colo. Dormi com ele(s) na nossa cama. Fiquei com eles em casa em vez de irem à escola. Brincamos no parque aqui perto. Andaram descalços no chão frio e usaram galochas nos dias de sol. Aproveitamos ao máximo todos os pedacinhos juntos. A licença do Sebastião teve um sabor diferente e muito especial. Teve maior intensidade em todos os momentos. Como se fosse uma despedida. Quis ser eu a fazer (quase) tudo, porque dias destes podem não repetir-se mais. Não assim. Não com eles deste tamanho e nesta fase maravilhosa que tanto adoro. Não com um bebé. [Talvez daí o cansaço. Mas que não troco pela felicidade dos boysquando viraram a casa do avesso]. 
Mas ainda tenho tempo. E não vou desperdiçar …

Bebé António

- Temos que dar um nome ao Panda (peluche com que dorme todas as noites) - disse o Pai.
- Panda Maria de Carvalho Lince!




Big brother

Grande parte dos meus dias são passados com o Sebastião. Entre as mil coisas a fazer, dou por mim a pensar quando ainda o tinha na barriga.  Recordo o dia em que nasceu, quando o deitaram ao meu lado e ele não pegou na mama "à primeira" como os irmãos.  O dia em que os irmãos o conheceram. Encantamento puro! O ar de espanto quando entraram no quarto da maternidade. A ternura com que o olharam pela primeira vez e de não o largaram mais. De passarem "horas", já em casa, debruçados no berço a contemplá-lo.
Lembro-me do dia em que cada um deles nasceu. Acho que é assim com todas as Mães.  Lembro também os mais velhos ainda bebés. Pequenos seres. Maleáveis e frágeis. De como o tempo passou a correr e de como já estão tão crescidos. Das minhas angústias quando fiquei grávida pela segunda vez. De desejar muito ter três filhos e de ter sido abençoada com os três e com a família com que sempre sonhei.
Quando paro, reparo que o Vicente já é um menino. Que sente a responsabilidad…

Fomos à feira!