Há dois anos neste dia estava no céu! O pico da maternidade estava lá, como sonhei, e “ser mãe” era a base da pirâmide das necessidades.
Três filhos bons, abaixo dos 7, nas fases mais maravilhosas. E tinha ainda um bebé que (só) dependia de mim. [Como amo os “terrible 2”!]Havia maior felicidade na minha vida??? Não.
A poucos dias dos 40, claro que me ponho em perspectiva... e questiono e volto a questionar.
Sinto o regressar da minha liberdade, é uma verdade, mas também peso outra maturidade, que é como quem diz: “arranjar um novo sentido para a vida” porque são 40 anos! e quer queiramos quer não, ecoa muita coisa cá dentro.
Os filhos estão a crescer, noutras fases e a ganhar asas para voar para fora do nosso alcance. A cumprir o ciclo da vida, portanto.
Grande parte de mim respira maternidade e esta fase não é só uma equação simples de “amá-los e ser amada”. Fazê-los (ou deixá-los?!) crescer já não é tão instintivo e prazeroso como trocar uma fralda ou amamentar o nosso querido recém-nas…
Três filhos bons, abaixo dos 7, nas fases mais maravilhosas. E tinha ainda um bebé que (só) dependia de mim. [Como amo os “terrible 2”!]Havia maior felicidade na minha vida??? Não.
A poucos dias dos 40, claro que me ponho em perspectiva... e questiono e volto a questionar.
Sinto o regressar da minha liberdade, é uma verdade, mas também peso outra maturidade, que é como quem diz: “arranjar um novo sentido para a vida” porque são 40 anos! e quer queiramos quer não, ecoa muita coisa cá dentro.
Os filhos estão a crescer, noutras fases e a ganhar asas para voar para fora do nosso alcance. A cumprir o ciclo da vida, portanto.
Grande parte de mim respira maternidade e esta fase não é só uma equação simples de “amá-los e ser amada”. Fazê-los (ou deixá-los?!) crescer já não é tão instintivo e prazeroso como trocar uma fralda ou amamentar o nosso querido recém-nas…