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A mostrar mensagens de Dezembro, 2016

O último dia de 2016

Escolhemos a capital para o último dia. 
Forçosamente tínhamos de almoçar na cadeia mais famosa de hambúrgueres!  Foi a primeira vez dos 3 no metro e no autocarro (da cidade). Passeámos (muuito) a pé, respirámos os últimos raios de sol do ano e entre a baixa e o chiado conseguimos parar em quase todas as capelinhas para gelados, pastéis de nata, cafés, gelados, xixis e cocos e balões. 
Foi singelo, mas com tudo; e inesquecível, como se quer que sejam todos os finais de ano. 
O dia deu-nos a melhor das energias para entrarmos com 5 ( +4 dos tios e primas) pés direitos por 2017 adentro!
Só posso desejar o mesmo: todos os dias do novo ano como este! ❤️ Feliz!






25 de dezembro

Para nós, Natal rima com tradições.

Para mim são 2 meses (no mínimo!) de projeção, para apenas 2 dias "à volta da mesa". 
Sabe a pouco! Mas só assim é Natal! E daí o porquê de o vivermos tão intensamente antes e depois do nascimento de Jesus.

Fazemos por guardar momentos. A nossa + a felicidade deles. Um retrato. Dois ou três!  [estes sem o pai, que não gosta de ser para aqui chamado]

A nossa casa; onde tanto gostamos de estar. O tilintar das luzes e das horas de excitamento até ao pai natal. A euforia dos presentes. Sempre mais que a conta... (para o ano temos que voltar a redefinir este aspeto do Natal)
A re-união, tão calorosa e que os faz pular de alegria e de tantos mimos. As pessoas que estão e as que já estiveram e que nos fazem falta ❤️ 


Agora as resoluções para 2017: fechar a boca e sonhar que é Natal o ano inteiro!






Estamos mais por aqui, sabiam?




O verdadeiro Natal

Escrever a carta ao Pai Natal!
Uma tradição que eles não dispensam e que nunca nos livra de tantos sorrisos, algumas surpresas e... do maior encantamento.
É sempre uma ternura ouvi-los a dissertar sobre o que vão escrever. "Querido Pai Natal"; "gosto muito de ti"; "portei-me bem"; "vou fazer um desenho";...
Sabem que podem pedir 3 presentes e desses três recebem um (cá de casa, não comento a dinâmica dos avós...). 
Magicam da forma mais fantástica o que pedir. Aconselham-se e opinam sobre a lógica dos pedidos, uns dos outros. 
Este ano, cruzámo-nos algumas vezes com o Pai Natal. A reação varia consoante a idade, como seria de esperar. O António fica fascinado e quer saltar-lhe imediatamente para o colo! O Vicente parece desconfiado e tem vergonha; e o Sebastião medo! E o mau feitiodesgraçado fá-lo fugir dele a sete pés!!
Ontem foi dia de "escreverem" a carta ao Pai Natal/Menino Jesus.  O Mia primeiro. Antes de tudo disse-me: "mãe …

Advento

Domingo, depois da catequese, fomos à procura do pai natal. Mas ele não estava...







O Natal

Cá em casa o Natal não começa dia 24 e muito menos termina a 25.
Gostamos de o prolongar. De viver o espírito, tantas vezes antes de dezembro e outras depois. Viver intensamente a época que adoramos!

Dia 1 montamos a árvore. Este ano é maior, "à nossa altura", mais bonita e já contou com muita ajuda dos três na decoração. 

A partir daqui é aproveitar em todos os dias um bocadinho do sabor a Natal. Passeios e carrossel. Flores de dezembro que traz o avô Pinto, enfeites que vão chegando devagarinho e ajudam ainda mais a respirar o espírito. A música a tocar ao final do dia que acompanha as rotinas com a paz do Natal.E claro que não falta a lareira bem quente! Mesmo este ano, que nem parece tempo de dezembro, ilumina sempre uma casa.
Felizmente os 3 acreditam no pai natal - o Vicente não por muito mais tempo - mas começam as questões e as dúvidas que traz da escola. E vamos o tempo que conseguirmos alimentar a fantasia dos miúdos.

Depois há a saga dos presentes. Mas não nos perdemos…

November 27th

[No dia dos anos da avó, ao vê-los no "banco do jardim"...]

E a consciencializar-me, que contrariamente ao que pensávamos, eles crescem mas os desafios são cada vez mais e exigentes e dão muito em que pensar.

A verdade, é que embora a autonomia deles seja maior, o que nos dá algum descanso; em segundos temos o caldo entornado e passamos a vê-la como uma inimiga! Nas ansiedades do Vicente nas vésperas das fichas de avaliação (a quem sairá??!), nas crises de "identidade" do António que muitos dos dias diz "não és minha amiga!; gostas de mim?; estás a zangar-te comigo??"... e nos desafios diários do Sebastião às leis da gravidade!!
Mas escolhemos" este desafio" da maternidade e sabíamos que a gestão das dificuldades não seria pacífica e "indolor". 
No reverso da medalha, temos outra certeza: os nossos dias são completamente incríveis! E tudo por causa deles. O que nos dá a maior das vontade de repetir a dose.