I think too much, and I feel too deeply.
Sou eu.
É meu dilema existencial.
Parece que quem encara a vida nesta combinação intensa de feelings “perigosa” só pode desiludir-se.
Já me aconteceu muitas vezes. Na vida. Com os outras. E não só pelas palavras, ou pela falta delas, também pelos atos e outras omissões.
Mas hoje, sou também a que faz o exercício de relativizar o que é... relativo, e a que está a aprender a respirar só as coisas boas e a que procura andar no caminho das “boas” pessoas.
Mas hoje, sou também a que faz o exercício de relativizar o que é... relativo, e a que está a aprender a respirar só as coisas boas e a que procura andar no caminho das “boas” pessoas.
A que faz - por ela e para ela - escolhas de felicidade.
A idade traz destas coisas. Aquela confiança e outra tranquilidade nas decisões que se tomam para a vida.
A idade traz destas coisas. Aquela confiança e outra tranquilidade nas decisões que se tomam para a vida.
Primeiro estou eu, estamos nós! A nossa família. E só posso estar em paz a viver esta época maravilhosa do nosso very white Christmas.
Quem se junta neste "lema"?
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