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2018

Foi de casa em casa, numa correria que já se sabe, mas sempre em família e à volta da mesa que passámos o Natal. 

Recebemos 2018 com uma gripe de caixão-à-cova, mas que nos deu uma noite serena a três (o Mia e o Vicente fizeram o Réveillon com os avós para nós no recompormos) e uma tranquilidade preciosas - e que no fundo nos soube bem - para as resoluções de ano novo que fomos pondo em cima da mesa. 

Não fazemos muitos planos de ano novo, e não queremos mais do que viver ainda mais devagar, para não me “assustar” de cada vez que olho para as fotografias que me vão aparecendo nas redes sociais, saborear a vida e os nossos e a quem nos quer bem. 

E muita saúde para todos! Que sem ela não se faz mais nada. É o nosso maior desejo!

Queremos também fazer mais um esforço para viver só com o que nos faz (mesmo) falta e esquecer o e os “supérfluos” desta vida em troca daquilo e daqueles que nos fazem bem. E “Lembrar só o que é bom de guardar”. Só.

Finalmente já sem febre e novamente os cinco estamos preparados para pé-ante-pé virar 2018 e fazer votos para que seja maravilhoso.



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Ser família

O plano era irmos os dois. Era uma festa de adultos, perfeito para um fim de semana só para nós, que tanto merecíamos.Entretanto pensámos que os mais velhos iam adorar a viagem, iam conhecer outro país e aguentar na perfeição o fim de semana como gente grande. Seria justo levá-los e sabíamos que ficávamos ainda mais felizes. Já para não falar no sentido que faz, para nós, incluí-los, - quando é viável e permitido e quando nos apetece - por muito trabalhoso que seja, e até insano, incluir três crianças em programas que não são preparados para elas. 
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As férias (deles)

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Chegámos de uns dias no Norte e o Mia pediu à avó que o levasse estes 15 dias que ainda temos pela frente até nos juntarmos todos no nosso Algarve.Falta-nos um membro, sentimo-nos incompletos e parecemos “baratas tontas” quando não temos um deles connosco.
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