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Outono no pátio

Estávamos precisamente a um mês do Natal e o programa não podia ser mais caseiro. 
Este tempo começa a “puxar-nos” mais para casa e este sol de outono deixou-nos aproveitar o espaço lá fora.

A lareira fez lume o dia todo e eles pediram bolo. Já tardavam estes dias aconchegantes.
Varrer as mil folhas da nossa árvore de folha caduca e que já se amontoam no pátio. E não foi fácil resistir a saltar para aquele manto de folhas fofas e rosadas. Apanhar outras e outras para pintar. Que belo início de tarde!

Folhas não faltaram e sempre todas as asneiras do Sebastião, que está cada vez mais imparável e parecia ter o diabo no corpo! Mas se assim não fosse não teria a mesma graça, falamos sempre disto depois e completamente exaustos... este Tatão furacão, que por ser o bebé da casa, leva todos na certa!

No fim do dia montamos a árvore e já é Natal cá em casa.


              
              
                  
                  
                  



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Depois dá para acordar mais tarde e correr o dia com uma logística mais leve; mesmo com roupas para pôr em dia e a casa é a outro “ritmo”(?!). Dá para não ter os três engalfinhados, deu para ir à praia e para curtir o verão na (nossa) cidade que também nos sabe bem.

Ser família

O plano era irmos os dois. Era uma festa de adultos, perfeito para um fim de semana só para nós, que tanto merecíamos.Entretanto pensámos que os mais velhos iam adorar a viagem, iam conhecer outro país e aguentar na perfeição o fim de semana como gente grande. Seria justo levá-los e sabíamos que ficávamos ainda mais felizes. Já para não falar no sentido que faz, para nós, incluí-los, - quando é viável e permitido e quando nos apetece - por muito trabalhoso que seja, e até insano, incluir três crianças em programas que não são preparados para elas. 
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As férias (deles)

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Chegámos de uns dias no Norte e o Mia pediu à avó que o levasse estes 15 dias que ainda temos pela frente até nos juntarmos todos no nosso Algarve.Falta-nos um membro, sentimo-nos incompletos e parecemos “baratas tontas” quando não temos um deles connosco.
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