Ter 3 filhos a caminho dos 3, 5 e 8 já se sabe...
Não é um lamento, os três são a minha riqueza máxima, mas começo a acusar tantos dias e noites sem o pai.
Andamos em piloto automático, a segurar as pontas de tantos afazeres, mas a mostrar-lhes todos os dias que está tudo bem. E está!
Sabemos bem que os dias podem oscilar entre o paraíso e o inferno, e quando está só um de nós tudo é ainda mais volátil. Eles viram macacos, eu deixo de os ver, mas eles não têm culpa de quando chego a casa o que queria mesmo era descansar no sofá em vez de fazer construções de lego, era ouvir o silêncio, em vez de cantorias e viola, era não fazer jantar e depois não ter de varrer quilos de arroz do chão, era dormir a noite toda sem visitas e acordar mais tarde...
Mas hoje, dia de greve, com os mais velhos sem escola, dou por mim a pensar que não estou sozinha neste desafio, porque tenho pais sempre prontos a dar-nos a mão! Não estou sozinha (quando o A. não está) porque eles enchem a casa de alegria, não estou sozinha porque eles me ensinam tantas coisas bonitas e a ser melhor.
E mesmo naqueles dias caóticos, quando eles viram macacos e eu deixo de os ver, acabamos os 4 na nossa cama, no mimo a fazer as pazes, a adormecer de seguida e a acordar ainda mais felizes!
Mas hoje, dia de greve, com os mais velhos sem escola, dou por mim a pensar que não estou sozinha neste desafio, porque tenho pais sempre prontos a dar-nos a mão! Não estou sozinha (quando o A. não está) porque eles enchem a casa de alegria, não estou sozinha porque eles me ensinam tantas coisas bonitas e a ser melhor.
E mesmo naqueles dias caóticos, quando eles viram macacos e eu deixo de os ver, acabamos os 4 na nossa cama, no mimo a fazer as pazes, a adormecer de seguida e a acordar ainda mais felizes!












Comentários
Enviar um comentário