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Querido, mudei a casa!

Querido, mudei a casa toda e já posso dormir descansada .
Trocamos de quartos. E a sala está finalmente “arrumada”. 
Acabamos com o “quarto de brincar” porque o começamos a achar subaproveitado (quando só se tem 3) e porque me estava a desorganizar “o sistema”, e é agora o nosso quarto que tem vista para o lindo páteo. 
Eu fiquei de cabeça arrumada. Não dizem que a nossa casa é o espelho da alma?!
Parece-me que a única que (quase) não sofreu com a minha catarse foi esta wc (social e mini).
Na verdade são os sintomas naturais de 10 anos de casamento, também com a nossa casa. Nos últimos dois temos vindo a moldá-la, a filtra-la ao que somos hoje, enquanto família, enquanto pais e para os três irmãos, respeitando a faixa da idade de cada um. 
E isto é a vida a acontecer. E o alcançar de outra maturidade e de um equilíbrio espacial, visual e psicológico que nos traz a tranquilidade tão essencial todos os dias e aquele bem-estar que nos faz muito querer viver (n)a nossa casa.
Há lá melhor sítio q…

The most magical time of the year

Já entranhámos o Natal faz tempo.  Vivemos a quadra com muitas tradições nossas e que vamos construindo para os três. 
Até dia 25 continuo em “construções” na decoração da nossa casa. O meu gosto é cada vez mais minimalista - menos é ainda mais para os nossos olhos e o coração trata de fazer o resto.
Para este ano escolhi matérias e cores “fora da caixa”; dióspiros - que nos ofereceram e que não gostamos de comer - e tangerinas desidratadas (que ficaram mais queimadas que outra coisa, mas que não deixam de ter a sua beleza). 
Sonho sempre um Natal atual e menos consumista e acho que vamos conseguindo fazer isso do nosso.
Eles já nos ajudam nas escolhas, controlam os pedidos de presentes, contam recordações de outros anos e desenham memórias quentinhas da época mais encantadora do ano.
26 days for the most magical time of the year!

Febre de sábado à tarde!

Foi uma febre, sábado.
Torneio de futebol para o vicente de manhã, depois duas festas de anos para os três e nós ainda conseguimos almoçar os dois neste intervalo. 
Não conto com a catequese - também ao sábado - porque a agenda não estica e não dá para tudo...
Eu ainda me estou a recompor d’ “A Star is born” e a cara deles diz tudo de bom!  [e as calças também]








I think too much, and I like it

I think too much, and I feel too deeply.
Sou eu. 
É meu dilema existencial.

Parece que quem encara a vida nesta combinação intensa de feelings “perigosa” só pode desiludir-se. Já me aconteceu muitas vezes. Na vida. Com os outras. E não só pelas palavras, ou pela falta delas, também pelos atos e outras omissões.

Mas hoje, sou também a que faz o exercício de relativizar o que é... relativo, e a que está a aprender a respirar só as coisas boas e a que procura andar no caminho das “boas” pessoas.  A que faz - por ela e para ela - escolhas de felicidade.

A idade traz destas coisas. Aquela confiança e outra tranquilidade nas decisões que se tomam para a vida. 
Primeiro estou eu, estamos nós! A nossa família. E só posso estar em paz a viver esta época maravilhosa do nosso very white Christmas.


Quem se junta neste "lema"?

Um fim de semana para dois

Os últimos dois meses foram uma montanha russa. E é bom que me mentalize que assim vai ser o resto dos nossos dias... 
Gerir uma casa e três filhos (quase) sozinha leva-me uma exaustão física e mental que não é fácil de recuperar num ou dois dias com alguma ajuda que tenha.

Mas "estes meses" de caos instalado têm um fim e há surpresas boas que acontecem mesmo nas horas em que deviam. 
Este fim de semana não podia ter-nos "calhado" melhor! Obrigada Coconafralda :) e Magnolia Hotel por nos terem recebido tão bem. E mãe e pai, por aguentarem os cavalos! :)

Então: manga curta o dia todo e aquela liberdade. Conversas como as cerejas e silêncio e almoço com princípio, meio e fim. Sabem do que falo. 

O jantar tinha que ser pizza. E comer, orar, amar e tempo para nós.

Foi tão bom, este fim de semana!