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Quarto de bem estar

Enquanto o pai não se junta às nossas férias... quem não vibra com uma boa mudança na decoração que atire a primeira pedra? 

Comecei a pôr o quarto n.3 como um espaço de (bem) estar para os miúdos. Enquanto ainda dormem todos no mesmo quarto.

Para o Mia é fundamental uma secretária, para os seus trabalhos manuais quase diários. Para o Vicente tem de ter assentos confortáveis para as jogatanas de consola. 
O Sebastião ainda se limita a desarrumar Lego e puzzles e por isso foi uma boa triagem dos que ainda estão completos. 
Faltam quadros para vestir esta parede, mas deixo para amanhã, e um tapete “à altura” dos miúdos que fica para setembro na lista das compras para o regresso às aulas.
Disto tudo ficou-me um dilema: que fazem aos trabalhos, livros, cadernos e dossiers de cada final de ano letivo? 
Aqui é a multiplicar por 3 e não há espaço que aguente...

Primeiro de agosto

Assim, sem grandes planos. Fomos. Eu com os três e o dia todo nosso na praia. E não pensem que é proeza, já o fiz em tempos. E correu... todos pequenos e irrequietos.
Ficar dia sim, dia sim entre quatro paredes revela-se sempre ainda mais cansativo e acaba por ser pouco produtivo para nós.
Então... vamos a resumos: nenhum quis “cocó”, (mas o Sebastião só consegue fazer xixi de pé e com a pilinha fora dos calções), fizeram fila para o solar todas as vezes e só nadaram onde tinham pé. [esqueci-me das braçadeiras do Sebastião]
Claro que houve tempo para “agarranços” e guerra de areia mas, foi mesmo um dia de verão incrível! Só faltou o pai. 
Valeu muito! Meus queridos filhos❤️



The open space

Foi o primeiro dia sem escola, ATL e outros entretenimentos para nos dar a mão. Safamo-nos bem!
A partir de agora é entre mim, o Pai e o avô até estarmos todos de férias.
Temos tido a sorte dos programas na casa dos amigos, que vão segurando as pontas. O sortudo do Mia foi à praia e passamos uma manhã tranquila neste verdadeiro open space da cidade. Eles adoram aqui vir e eu consigo ler, ver as vistas e saborear um café.
...amanhã começo a magicar escalas e programas para os ocupar dos conflitos caseiros até seguirmos à nossa praia.

Equilibrar o tempo

Digo que - nas férias escolares - vou abrandar e “tirar” uma tarde para mim. 
Todos os anos! Que vou ter o meu tempo, que vou parar por mim e pelos três, porque é preciso, que vou pôr a casa em dia... De sonho...

Começo cheia de ideais, mas passam-me com a rapidez que me vêm à cabeça. Há qualquer coisa que me pesa e que não consigo contornar e acabo sempre por passá-la com um deles, almoçar com dois e na tarde seguinte com os três. E o tempo para mim já era.
A verdade é que tenho percebido (e acredito) que o tempo para eles agora não substitui nenhum outro mais tarde. Eles não esquecem/ram o que fizemos no verão passado. Nos dias em que não foram à escola em tempo de férias. Nos outros que passaram com os avós... E deliram, e são tão felizes com essas memórias. A verdade também é que não consigo desperdiçar este tempo que tenho a sorte de poder ter com eles; este tempo da infância que não vamos ter mais.
Mesmo que não haja um programa, mesmo que eles se peguem e eu só pense que deviam ter…

As férias deles

Estamos cansados. Mesmo. E gritamos por: férias! Estamos a meio do ano e isso acusa cá em casa... Em todos e em cada um de nós. 
São as férias deles e, embora a trabalhar, é isso que queremos dar-lhes todos os dias e por isso andamos estafados . 
Temos uma rotina desrotinada, que anda pela metade, porque entram mais tarde e saem mais cedo, é o mínimo que lhes podemos dar, e este menino anda numa de birras. Com picos de humor. Lutas com o sono e a acordar todos os dias na nossa cama...

Começamos desesperadamente a contagem para os nossos dias de férias.