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After school

Chegam da escola com energia elétrica.
Correm para ver quem põe a chave na porta e há fita do furacão porque quer chegar em primeiro.
Depois cada um às suas. 
O Sebastião e dois iogurtes!
O Mia que fantasia nos seus desenhos, colagens e recortes.
E o vicente, que caminha a passos largos para uma pré-adolescência, dedica o primeiro tempo aos TPC para no segundo driblar a bola.
Três miúdos bons e três ricas fases que me levam a sonhar que vão parar de crescer por aqui.



Smile to my smile

Foi um fim de semana mais caseiro.

Sábado os quatro. 
Eu andei pelo bairro e domingo foi tempo para a família, bolo de chocolate e pizza!

Já são três miúdos na saga das festas de anos; dois dias dois aniversários.

O Vicente começa a ter programas em casa de amigos, como aqueles que me lembro de fazer na minha adolescência. Pede para vestir “fixe e não janota” (não sei onde ouviu isto) e só quer ténis.

Entre o leva e traz houve tempo para o quentinho da lareira, filmes - em intermitente, porque adormeço a meio... -, e também para muita lida da casa; tanta, mas tanta roupa... Para o António muitos projetos e campo.

No entretanto também reparo que os rapazes estão enormes e são o meu maior sorriso.



Terça-feira

Regressamos em passeio. Chegamos a casa! 
Havia TPC. Estudo de "Inglês", que está muito mais intuitivo.
Banhos e jantar.

[e entretanto trabalhar muito “o burro” do Mia que já queria ficar no treino do ACA] :)

O domingo

Não deu para sair a horas da catequese e da missa.
Eles querem sempre pôr os ténis, mas domingo é domingo e saímos mais arranjadinhos. Eu e batom vermelho! :)
Passamos a ponte, miramos o Sado, gaivotas e patos de asas abertas ao vento que agora nadam no rio e eles viram o avô Pinto na outra margem. Acenaram-lhe na esperança que ele os visse.
São eles que carregam os casacos - nunca têm frio -, dão beijinhos e abraços e me tiram as fotografias.
São os três que fazem o meu domingo!



















Vou no balanço

Este ano vou no balanço... 

Ainda há restos ou magoas do ano velho presos que quero e vou soltar. 

Ano novo. Vida nova! Espero. Quero!

Estou ainda num processo de pazes com a nossa nova vida. 2017 foi um ano “mais ou menos” e do qual prefiro não falar.

(Para que fique claro, a "novidade" é a agricultura na vida do António - que foi sempre a menina dos seus olhos - e que ao juntar-se à atividade principal lhe rouba tempo connosco).

Penso muito na vida que era mais devagar. Na logística que se instalou. Nos 3 e no quarto filho que acabou por ficar só em sonhos. E no ano que passou, tão exigente para a nossa família.

Penso em nós. Penso no modelo de família que queremos construir e passar-lhes. Em mim, que tive dias a fio de mãe “sozinha” e que me levaram ao limite, em que perdi a cabeça e as forças, e onde tempo com eles não teve qualidade. 

Penso no António que “está sempre a trabalhar e já temos saudades" - dizem eles - que concretizou um sonho, mas que se recente com as ausên…