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Mensagens

Terça-feira

Regressamos em passeio. Chegamos a casa! 
Havia TPC. Estudo de "Inglês", que está muito mais intuitivo.
Banhos e jantar.

[e entretanto trabalhar muito “o burro” do Mia que já queria ficar no treino do ACA] :)

O domingo

Não deu para sair a horas da catequese e da missa.
Eles querem sempre pôr os ténis, mas domingo é domingo e saímos mais arranjadinhos. Eu e batom vermelho! :)
Passamos a ponte, miramos o Sado, gaivotas e patos de asas abertas ao vento que agora nadam no rio e eles viram o avô Pinto na outra margem. Acenaram-lhe na esperança que ele os visse.
São eles que carregam os casacos - nunca têm frio -, dão beijinhos e abraços e me tiram as fotografias.
São os três que fazem o meu domingo!



















Vou no balanço

Este ano vou no balanço... 

Ainda há restos ou magoas do ano velho presos que quero e vou soltar. 

Ano novo. Vida nova! Espero. Quero!

Estou ainda num processo de pazes com a nossa nova vida. 2017 foi um ano “mais ou menos” e do qual prefiro não falar.

(Para que fique claro, a "novidade" é a agricultura na vida do António - que foi sempre a menina dos seus olhos - e que ao juntar-se à atividade principal lhe rouba tempo connosco).

Penso muito na vida que era mais devagar. Na logística que se instalou. Nos 3 e no quarto filho que acabou por ficar só em sonhos. E no ano que passou, tão exigente para a nossa família.

Penso em nós. Penso no modelo de família que queremos construir e passar-lhes. Em mim, que tive dias a fio de mãe “sozinha” e que me levaram ao limite, em que perdi a cabeça e as forças, e onde tempo com eles não teve qualidade. 

Penso no António que “está sempre a trabalhar e já temos saudades" - dizem eles - que concretizou um sonho, mas que se recente com as ausên…

Como que um recomeçar

Engrenar com o ano novo não foi de um dia para o outro. Janeiro é sempre um mês nostálgico, de balanços e balancetes, dá muito que pensar.

Tivemos gripes, constipações... fizemos ginástica para rolar com tudo e fins de semana em casa para recuperar.
Mas domingo dormimos quase até às 10h, comemos panquecas e estava bom tempo, e saímos de bicicleta. O pai juntou-se a nós ao final da manhã e foi muito retemperador para todos. Foi como um recomeçar, "dar a volta" depois de um ano tão extenuante e familiarmente exigente...
Que já só sonho com o próximo fim-de-semana.






2018

Foi de casa em casa, numa correria que já se sabe, mas sempre em família e à volta da mesa que passámos o Natal. 
Recebemos 2018 com uma gripe de caixão-à-cova, mas que nos deu uma noite serena a três (o Mia e o Vicente fizeram o Réveillon com os avós para nós no recompormos) e uma tranquilidade preciosas - e que no fundo nos soube bem - para as resoluções de ano novo que fomos pondo em cima da mesa. 
Não fazemos muitos planos de ano novo, e não queremos mais do que viver ainda mais devagar, para não me “assustar” de cada vez que olho para as fotografias que me vão aparecendo nas redes sociais, saborear a vida e os nossos e a quem nos quer bem. 
E muita saúde para todos! Que sem ela não se faz mais nada. É o nosso maior desejo!
Queremos também fazer mais um esforço para viver só com o que nos faz (mesmo) falta e esquecer o e os “supérfluos” desta vida em troca daquilo e daqueles que nos fazem bem. E “Lembrar só o que é bom de guardar”. Só.
Finalmente já sem febre e novamente os cinco estam…