Quando nasce um bebé, o que o era até então desata a crescer sem pedir licença. O Mia que até há dois meses e meio era o nosso benjamim, aquele para quem recaía muita da nossa atenção, deu um pulo de gigante. Para além das diferenças físicas no antes e depois do Sebastião nascer, de estar mais alto, esguio, de já calçar quase o mesmo número do Vicente, começa a saber mostrar aquilo que pensa e sente como (quase) um menino crescido. Já sabe perguntar "quem é?" quando batem à porta, o que são duas coisas iguais, distinguir o que é da Mãe e do Pai e já tenta calçar as crocs com quase nenhuma ajuda, um sem número de coisas que cada vez são mais e mais.
O desfralde, muito por culpa nossa, tem sido deixado para último plano, por causa de todas as tarefas que enfrentamos diariamente. Mas o chuchar no dedo parece estar esquecido. O nosso "bebé António" é do mais bem disposto, brincalhão e tem um lado meigo e doce que chega a emocionar-me. Adora oferecer-nos os brinquedos que …