Este ano vou no balanço...
Ainda há restos ou magoas do ano velho presos que quero e vou soltar.
Ano novo. Vida nova! Espero. Quero!
Estou ainda num processo de pazes com a nossa nova vida. 2017 foi um ano “mais ou menos” e do qual prefiro não falar.
(Para que fique claro, a "novidade" é a agricultura na vida do António - que foi sempre a menina dos seus olhos - e que ao juntar-se à atividade principal lhe rouba tempo connosco).
Penso muito na vida que era mais devagar. Na logística que se instalou. Nos 3 e no quarto filho que acabou por ficar só em sonhos. E no ano que passou, tão exigente para a nossa família.
Penso em nós. Penso no modelo de família que queremos construir e passar-lhes. Em mim, que tive dias a fio de mãe “sozinha” e que me levaram ao limite, em que perdi a cabeça e as forças, e onde tempo com eles não teve qualidade.
Penso no António que “está sempre a trabalhar e já temos saudades" - dizem eles - que concretizou um sonho, mas que se recente com as ausên…
Ainda há restos ou magoas do ano velho presos que quero e vou soltar.
Ano novo. Vida nova! Espero. Quero!
Estou ainda num processo de pazes com a nossa nova vida. 2017 foi um ano “mais ou menos” e do qual prefiro não falar.
(Para que fique claro, a "novidade" é a agricultura na vida do António - que foi sempre a menina dos seus olhos - e que ao juntar-se à atividade principal lhe rouba tempo connosco).
Penso muito na vida que era mais devagar. Na logística que se instalou. Nos 3 e no quarto filho que acabou por ficar só em sonhos. E no ano que passou, tão exigente para a nossa família.
Penso em nós. Penso no modelo de família que queremos construir e passar-lhes. Em mim, que tive dias a fio de mãe “sozinha” e que me levaram ao limite, em que perdi a cabeça e as forças, e onde tempo com eles não teve qualidade.
Penso no António que “está sempre a trabalhar e já temos saudades" - dizem eles - que concretizou um sonho, mas que se recente com as ausên…