Grande parte dos meus dias são passados com o Sebastião. Entre as mil coisas a fazer, dou por mim a pensar quando ainda o tinha na barriga. Recordo o dia em que nasceu, quando o deitaram ao meu lado e ele não pegou na mama "à primeira" como os irmãos. O dia em que os irmãos o conheceram. Encantamento puro! O ar de espanto quando entraram no quarto da maternidade. A ternura com que o olharam pela primeira vez e de não o largaram mais. De passarem "horas", já em casa, debruçados no berço a contemplá-lo.
Lembro-me do dia em que cada um deles nasceu. Acho que é assim com todas as Mães. Lembro também os mais velhos ainda bebés. Pequenos seres. Maleáveis e frágeis. De como o tempo passou a correr e de como já estão tão crescidos. Das minhas angústias quando fiquei grávida pela segunda vez. De desejar muito ter três filhos e de ter sido abençoada com os três e com a família com que sempre sonhei.
Quando paro, reparo que o Vicente já é um menino. Que sente a responsabilidad…
Lembro-me do dia em que cada um deles nasceu. Acho que é assim com todas as Mães. Lembro também os mais velhos ainda bebés. Pequenos seres. Maleáveis e frágeis. De como o tempo passou a correr e de como já estão tão crescidos. Das minhas angústias quando fiquei grávida pela segunda vez. De desejar muito ter três filhos e de ter sido abençoada com os três e com a família com que sempre sonhei.
Quando paro, reparo que o Vicente já é um menino. Que sente a responsabilidad…