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Mensagens

Mais duas estórias para contar...

Qual o melhor dia para começar a andar?? O Mia já dava uns passinhos, mas preferia muito mais gatinhar. Era mais rápido para chegar a tudo e a todos. Então hoje, sexta-feira santa, mesmo, mesmo agora na casa dos avós (e ainda bem que estávamos lá para ver!) e um ano depois de tantas estórias escritas que o baby se ergueu, andou e nunca mais parou! Ele há coisas... Mais uma etapa ultrapassada. Agora vão haver muitos mais estórias para contar. Obrigada por estarem desse lado! Uma santa Páscoa para todos, na companhia da família!

Tão Catita!

Há muito que queria uma tela ou quadro que retratasse a nossa família. Que espelhasse a nossa essência, aquilo que nos une, o nosso amor. Viajo muito pela internet. Um belo dia, numa dessas viajens, aterrei aqui e fiquei apaixonada. Achei que uma ilustração tinha tudo a ver connosco e com a nossa casa. Troquei várias, muitas mensagens com a R para perceber como funcionava a Catita Illustrations. Queria um presente perfeito para o pai dos meus filhos. E a nossa sala, que é o nosso cartão de visita, merecia uma obra de arte. A R é uma pessoa carinhosa mas ao mesmo tempo cheia de garra, intuitiva, com a qual se estabelece imediatamente uma empatia. Obrigada pelas palavras que nos dedicou! Para fazer arte precisa simplesmente de fotografias dos "ilustres ilustrados (quantas mais melhor e não necessitam estar juntos na mesma foto" - escreveu-me). Posteriormente é-nos enviado um draft digital para aprovação. Após esta, a ilustração é enviada em papel e por correio. A R não vive…

O nosso herói!

"Um pai de verdade nunca será terceiro. Nem é ausente. É precioso nos mais pequenos gestos. É firme e sereno. É sóbrio. É justo e arrojado. Terno e bondoso. E nem mesmo quando se afasta fica ausente."

Assim deviam ser todos os pais. Deste lado não podia sentir-me mais afortunada. Aos pais da minha vida, o pai dos meus filhos e o meu pai, desejo um dia feliz, feliz, feliz!


Mia turns one!

Passaram 12 meses...

Lembro-me de tudo como se estivesse agora a entrar no carro e a seguir para o hospital. A minha maior angústia era e foi a separação do Vicente. O parto era de cesariana, nada que não conhecesse e para o qual não estivesse preparada para viver de novo. Já estava até ansiosa para que esse dia chegasse. Durante a viagem até Lisboa ainda pensei algumas vezes se o meu coração iria ter capacidade para amar com tanta intensidade o bebé que tinha no ventre da maneira como amava o Vi. Agora sei que o coração e o amor de mãe não tem medida. O amor é de igual intensidade para com todos os filhos que quisermos ter. Já vos tinha falado disso aqui. Quando pensava no dia do nascimento, só pensava que ia ficar ausente de todas as nossas rotinas. Dos seus progressos. Dos seus abraços. Ele, ia ficar sem mim durante pelo menos três dias No dia N ficou com os meus pais. Nada que ainda não tivesse acontecido. Mas este estar sem ele era diferente. Era ficar sem ele para estar com "o outro". N…