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Mensagens

A fé dos homens

Ontem estivemos no Batizado da prima C.
Foi um fim-de-semana que passou a correr.

A festa foi no Algarve.
O tempo urgiu! Pensar antecipadamente e decidir o que levar; roupa a triplicar para as crianças; não esquecer nada... uma correria! Chegar ao destino e perceber que o necessaire ficou em cima da nossa cama, esquecer a chave do apartamento. Enfim. Um filme! Ufa!

Ok, admito, não sou uma super-mulher, embora às vezes acredite que o sou - mas as minhas capacidades e agilidade mental já não são as mesmas. Andam exaustas… Já há muita coisa que me falha, mesmo com checklists para quase tudo... Deve ser a idade a dar o ar de sua graça!

Assistimos a uma bonita celebração do primeiro sacramento. Muita chuva na saída da Igreja, mas a bebé parecia uma boneca e passou a fazer parte da Família Cristã. A nossa família.

Somos católicos. Talvez não tão praticantes como qualquer Padre deseja. Somos batizados, tivemos Catequese, fizemos a Primeira Comunhão, o Crisma, casamos pela Igreja, batizamos …

She Made it!

Há quase dez anos que tenho o mesmo emprego. Dez anos no mesmo espaço, com as mesmas pessoas, com outras que vêm e depois vão, num ambiente propício à realização profissional. Gosto muito do que faço. Trabalho com jovens "difíceis, que não gostam da escola, mal comportados, conflituosos..." Jovens que à partida quase nenhum professor quer ter como alunos; mas que na chegada (ao final do ano letivo) deixam saudades, plantam frutos, alcançam objetivos e proporporcionam muita gratificação a quem com eles teve a sorte de trabalhar.
Na verdade, o PIEF (Programa Integrado de Educação e Formação) é uma medida de prevenção e remediação, quando tudo falhou (e foi rejeitado pelos jovens) quer no sistema educativo, quer na formação profissional e à qual os jovens e suas famílias efectivamente aderem. Apesar de "viver" há quase uma década na mesma casa, nada é efetivo. Ainda para mais numa altura de crise e numa altura em que Portugal tem mais do que oitocentas mil pessoas n…

Síndrome de Mãe

Passaram três anos desde o nascimento do Vicente.  Hoje estou mais atenta a todas as fases do desenvolvimento pelas quais passa um bebé.  Não que não tivesse reparado nelas quando passaram pelo Vicente, mas foi um reparar romântico, embevecido, quase que superficial.

Agora olho para cada etapa com "olhos de ver" e até antecipo a sua chegada com literatura.
Em três anos muita coisa muda e também muita coisa se esquece.

Mesmo assim com a matéria estudada, há sempre comparações. É o chamado "síndrome da Mãe" e também das avós.

Todas esquecemos que cada bebé é único e que cresce ao seu próprio ritmo. "Ele já devia gatinhar?! E dentes? O Vicente já batia palminhas com sete meses! É o que mais se ouve cá em casa.

Adoro ouvir o Mia palrar, é uma ternurinha. Parecemos tontos a responder-lhe. E toca a filmar e fotografar tudinho para a posteridade.

Quando temos filhos, todos os dias são dia de festa. Simplesmente, porque sim. Porque eles existem. Porque eles são o m…

Snapshots from yesterday